14.12.05

 

A "Televisão sem Fronteiras" e a programação infantil na União Europeia

A nova directiva comunitária para a Televisão Sem Fronteiras foi ontem apresentada em Bruxelas pela comissária Viviane Reding. Um dos pontos que motivou maior discórdia entre os comissários diz respeito às novas regras sobre product placement (ver nota) nos programas de entretenimento.

Na apresentação do documento, a comissária confirmou a liberalização das regras relativamente a esta questão, mas realçou o facto desse conteúdo publicitário continuar banido dos espaços informativos e entretenimento infantil.

Relativamente aos programas infantis, o texto não passa por liberalizar, mas sim apertar ainda mais as regras, por forma a não veicular mensagens com teor violento ou xenófobo.

Fonte: Jornal Meios & Publicidade

Product placement:do que estamos a falar? (in Diário de Notícias)

O product placement é a inclusão de marcas comerciais (de todo o género) dentro de conteúdos de entretenimento e ficção, como se fossem adereços, por exemplo bebidas, carros, cereais ou detergentes. Estas marcas aparecem para reforçar a sua notoriedade ou lançar um novo produto. Escolhem não só os programas mas também os protagonistas com os quais o consumidor da marca se identifica. O product placement é uma forma de negociação publicitária, da mesma "família" do soft sponsoring, do barter, da inclusão de produtos, da manipulação de conteúdos e do financiamento de programas. Os publicitários reúnem esta área de negócio numa definição mais abrangente a que chamam branded entertainment.

Comments:
este texto foi escrito por jornalistas do Diário de Notícias!
 
Devido a uma lamentável distração minha, ao criar o link para o Diário de Notícias onde encontrei uma excelente definição do que é o "product placement", esqueci-me de colocar o respectivo endereço, pelo que peço desculpa aos meus leitores e principalmente aos jornalistas do Diário de Notícias.

Agradecia igualmente à pessoa que descobriu o meu erro, pois sem o seu comentário, esta "usurpação" eventualmente continuaria a não ser que eu próprio reparasse que o link não existia.

Prometo que a partir de agora passarei a ser mais explícito nas minhas citações para que esta situação não se volte a repetir.
 
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